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E-commerce

Segunda data mais importante para o varejo, o Dia das Mães é celebrado no próximo dia 14 e muita gente optou por comprar o presente pela internet. De acordo com a Associação Brasileira de Comércio eletrônico (ABComm), a vendas virtuais devem totalizar R$ 2,5 bilhões, o que representa um crescimento de 11% ante a data do ano passado.

E-commerce nacional registrou crescimento nominal de 7,4% no faturamento em 2016.
Apesar da crise econômica vivenciada pelo país, e-commerce nacional registrou crescimento nominal de 7,4% no faturamento em 2016, alcançando receita de R$ 44,4 bilhões, segundo o 35º Webshoppers, levantamento realizado pelo Ebit.

Em novembro do ano passado foi ao ar a primeira plataforma de e-commerce para venda de carros novos via internet no Brasil, a St@rt, da Citroën. Ali os clientes podem comprar dois modelos da marca, o C3 e o Aircross, com apenas quatro cliques. Apesar do pouco tempo, a iniciativa traz bons resultados, na avaliação de Paulo Solti, diretor geral da marca no País. “Já vendemos 30 carros neste novo canal”, conta.

Para uma empresa do varejo se manter competitiva deve integrar loja física com e-commerce, ou seja, loja virtual. Esse foi um dos principais conselhos do professor e doutor Marc Knoppe, da Universidade de Ingolstadt, Alemanha, contratado pela Fecomércio SC, via Senac, para ser o consultor de empresários que integraram a missão à maior feira de varejo do mundo, a NRF, realizada na última semana, em Nova York.

 Essa é uma pergunta muito fácil de responder: sim, vale a pena ter loja física e e-commerce. E essa é uma conclusão óbvia não só para quem tem uma loja física e começa a ver as vantagens de vender na internet.

A era digital tem mudado a maneira como as empresas se relacionam com o público. Com os recursos da web, é possível que o empreendedor se aproxime muito mais de seus clientes e descubra exatamente aquilo que eles precisam.


Os brasileiros já estão investindo mais dinheiro em compras online do que em shoppings center. A afirmação foi extraída do Estudo Geral de Meios, conduzido pela Ipsos Connect, com o objetivo de mapear os hábitos de compras dos consumidores.

Quando estamos falando de e-commerce, ninguém discute a importância de cadastrar os clientes, até porque precisamos ter os dados para enviar o produto e informar o cliente sobre o andamento do processo.

No entanto, quando lidamos com lojas físicas, esta prática não é tão comum. Os vendedores têm preguiça de pedir os dados do consumidor e a própria gerência às vezes não prioriza isso porque as informações não são aproveitadas posteriormente.

Você já deve ter lido por aí muitas listas com dicas de “como ter sucesso no e-commerce”. Na maioria dos casos, são sugestões de caráter mais técnico, focadas no design dos sites e funcionalidades que facilitem o fechamento das vendas. Isso, obviamente, é vital para que um empreendimento desse tipo deslanche.O Sebrae, inclusive, disponibilizou uma série de vídeos com orientações muito pertinentes, que você pode conferir neste link: https://www.youtube.com/watch?v=QL95IsgCVv4.

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